fresta combina rock alternativo, psicodelia e poesia brasileira em canções entre luz e sombra
Com os singles “No Escuro” e “O Tempo”, trio de São Paulo apresenta sua identidade sonora e prepara o primeiro álbum.
01
Release curto
A fresta é um trio de São Paulo que combina rock alternativo, psicodelia e música brasileira em canções sobre memória, ausência e transformação. Formada por Fil Alencar, Raul Zanardo e Ivan Medeiros, a banda constrói arranjos de guitarras atmosféricas, baixo melódico e baterias orgânicas. Após os singles “No Escuro” e “O Tempo”, prepara seu primeiro álbum.
02
Release médio
A fresta é um trio de São Paulo que aproxima o rock alternativo e a psicodelia da música brasileira, com letras em português sobre memória, ausência e transformação. Formada por Fil Alencar (voz e guitarra), Raul Zanardo (baixo e vocais de apoio) e Ivan Medeiros (bateria), a banda combina guitarras atmosféricas, voz íntima e uma base rítmica que conduz as canções da contemplação a momentos de maior intensidade.
Referências como Boogarins, Unknown Mortal Orchestra e Karate atravessam uma sonoridade de texturas orgânicas, melodias abertas e espaço entre os instrumentos. Depois de apresentar esse universo em “No Escuro”, a banda aprofundou sua linguagem em “O Tempo”. Com os dois singles disponíveis nas plataformas digitais, a fresta prepara seu primeiro álbum e desenvolve um repertório em que delicadeza, tensão e expansão convivem.
03
Release completo
A fresta é um trio de São Paulo que aproxima o rock alternativo e a psicodelia da música brasileira, com letras em português sobre memória, ausência e transformação. Formada por Fil Alencar (voz e guitarra), Raul Zanardo (baixo e vocais de apoio) e Ivan Medeiros (bateria), a banda reúne guitarras atmosféricas, voz íntima e uma base rítmica que conduz as canções da contemplação a refrões de intensidade crescente.
Referências como Boogarins, Unknown Mortal Orchestra e Karate atravessam uma sonoridade de texturas orgânicas, melodias abertas e espaço entre os instrumentos. Delay e reverb prolongam as guitarras, enquanto baixo e bateria alternam sutileza e peso. Nas letras, imagens fragmentadas sugerem sentimentos e deixam espaço para a experiência de quem escuta.
Depois de apresentar esse universo em “No Escuro”, seu single de estreia, a fresta aprofunda sua linguagem em “O Tempo”. A faixa parte de um arranjo contido e acumula camadas, movimento e tensão até a chegada do último refrão. O crescimento musical acompanha uma reflexão sobre a passagem do tempo e as mudanças que tornam a vida mais complexa, aproximando o tema da canção da própria experiência de ouvi-la.
A construção coletiva é parte central do trabalho do trio. Guitarra, baixo e bateria se encontram em arranjos que valorizam tanto as pausas quanto os momentos de expansão. Nos palcos, essa dinâmica ganha presença física, preservando a intimidade das músicas e abrindo espaço para a força do encontro entre os integrantes.
Com os dois singles disponíveis nas plataformas digitais, a fresta prepara seu primeiro álbum e desenvolve um repertório conectado por atmosferas, imagens e temas recorrentes. Canção a canção, o grupo constrói uma música de escuta atenta, em que delicadeza e intensidade convivem.